segunda-feira, 31 de março de 2008

Conheça as mulheres que fizeram história no rock e merecem a nossa maior admiração!

CHER

Mas é claaaaaro que ela é puro rock n' roll! E não é pelo romance com o Gene Simmons! Nos anos 80, a sensacional Cher fez muito rock siiim! Quem não conhece a farofa de primeira dela, trate mal de conferir! :)

SUZI QUATRO

Maravilhooosa! Suzi é um dinossauro (com todo o respeito, auhahuahua) do rock, nome hiper conhecido e, well well, uma lenda de saias.. :)

L7

Uma das bandas femininas mais adoradas pela galera até hoje, conquistaram um espaço legal na MTV na época e se consagraram dentro do grunge.

THE DONNAS

Fazendo um hard, meio punk, com um potencial pop e muuuita responsa, o quarteto, que é novidade nas paradas, tem feito bastante barulho na mídia! Rulez!

CHRISSIE HYNDE (Pretenders)

Uma das mulheres mais irreverentes e marcantes do rock! Chrissie abriu espaço pra uma atitude mais forte entre as rockers :)

RITA LEE

Todo e qualquer brasileiro tem que se orgulhar dessa mulher fantástica que é a Rita! Hiper inteligente, à frente de seu tempo e, literalmente, porra-loca, ela é uma das nossas representantes mais únicas e eternas!

SHIRLEY MANSON (Garbage)

Musa absoluta da galera mais alterna, a hiper estilosa Shirley mantém sempre a identidade álbum atrás de álbum no Garbage, sem modismos, just Shirley ;)

JANIS JOPLIN

MUUUUSA! MUUUUSA! Ela é A mulher do rock. O terceiro J do rock anos 60, Janis morreu com apenas 27 anos de overdose. Era louca por drogas e sexo. Ninguém nunca cantou blues como Janis... cada notinha lá do coração, naquela voz rouca inconfundível, única! A mulher mais sex, drugs and rock n´roll que já passou por aqui...

LITA FORD

A mulher mais bem vestida do rock!!! Ninguém ficava tão feminina e autêntica num couro quanto a nossa amiga Lita Ford. Rock n´roll grrrl, com atitude e vozeirão! Já pegou o Nikki Sixx inclusive... ah, se inveja matasse! Aliás, onde ela foi parar?

NINA HAGEN

Musa punk de voz ardida e dotada de uma atitude que não se encontra por ae em qualquer grrrl não, viu? A última vez que a vi na MTV foi no clipe do Supla. Ela é a famosa Garota de Berlim e até já teve um romance com o papito.

VIXEN

I want you to rock me, yeaaaah! A banda de hard rock mais legal entre as cor-de-rosa dos anos 80! Um bando de mulheres, sem apelação, tocando pra caramba! Vale muito a pena ouvir. E vale a pena conferir as fotos delas também para ver o visual. Vasculhe o guarda-roupa da sua mãe.... lá no fundo você pode achar umas coisas assim, quem sabe?

JOAN JETT

Nos anos 80, ela agitou todo mundo cantando que amava rock n´roll. E ninguém duvida! Uma das mulheres mais rockeiras (ao pé da letra) da história. Muito couro, cabelo poodle, homo assumidérrima e dotada de um vozeirão que virou lenda... god damn, she rocks!

COURTNEY LOVE (Hole)

Para umas, um ídolo, para outras, uma vaca. Courtney é a maior suspeita de ter assassinado Kurt Cobain, ao lado dele mesmo, e é odiada pela maioria das rockers que eu conheço. Mas, po, a bitch já foi atriz pornô, amante do Evan Dando (Lemonheads) e Billy Corgan (Smashing Pumpkins), atriz e líder de uma banda muito legal, que é
o Hole. Well, well...

D´ARCY (Smashing Pumpkins)

Tocando baixo na banda de Billy Corgan, Darcy sempre foi uma figurinha marcante do rock, contribuindo com suas linhas para a música alterna dos caras. Sem falar do visual dela, impecável e único!

CINDY LAUPER

Não é rock? É, você até pode dizer que a nossa amiga Cindy está mais para rival da Madonna do que pra rocker, mas a importância da lenda oitentista ae do lado pro rock n´roll é fato. Cindy fazia pop com atitude rock, lutando pelos nossos direitos, afinal Girls Just wanna have fun, certo? E quem não viu ela cantando Another Brick in the wall naquele show incrível do paredão e talz..?

DORO

Musa do Metal que recentemente lançou um álbum chamado Fight e já está na área desde os anos 80... killer!

TARJA TURUNEN (Nightwish)

Provavelmente a musa mais desejada pelos metaleiros, Tarja Turunen é sinônimo de beleza e talento. Seu vocal lírico e único torna ela uma das melhores vocalistas no estilo.

KITTIE

New Metal feminista e raivoso. Atitude Boys suck e muita cara feia rolando... scream! scream! scream! UHHHHHHHHH!

NASHVILLE PUSSY

Homens e mulheres dividem o palco. Mas aqui, as girls não tocam guitarra e baixo apenas: elas cospem fogo, comandam o show inteiro e fazem todo tipo de loucura! Sempre ultra turbinadas de silicone e rock n´roll!

SARAYA

Sandi Saraya comanda e seu vozeirão manda bem pra caramba. Mais uma ótima representante da mulherada no Hard Rock.




















Shows no interior de Goias

shows: Fazer shows, Heavy Metal e seus subgêneros não é brincadeira, quanto mais se tratando de um país como o nosso “querido” Brasil, em Goiás ainda por cima.Vamos analisar algumas variáveis que dificultam muito o trabalho de produção de shows e bandas aqui na região sem levar em conta problemas primários como equipamentos:
– Escassez de público: Sempre é levantada a hipótese que Anápolis tem muita gente que curte rock and roll e heavy metal, mas desta gente, poucas comparecem nos eventos realizados.Na realidade não é bem assim, pois os fãs devotos realmente são menoria, entretanto, considerando a população total da cidade, Anápolis deveria ter pelo menos um público cinco vezes maior. O público atual da cidade é insuficiente para garantir que eventos do gênero sejam bem sucedidos. Sendo assim, a cidade poderia haver um público não só maior, mas também fiel ao gênero.
– Mentalidade retrógrada e alienada da populaçãoAnápolis é uma cidade com população tipicamente dominada pela cultura de massa. A mentalidade de sua população ainda é arcaica e altamente preconceituosa. Além disso, a predominância de Evangelicos na região faz com que esta população alienada perca interesse em qualquer evento que não teve espaço nos meios de comunicação de massa.A realidade por aqui é que qualquer evento que sair em propagandas de televisão e organizadas por agências mercenárias sempre acabam lotando, geralmente estes eventos são os shows pop. Esses eventos sempre trazem as bandas mais “podres” do país, que ainda por cima cobram cachês absurdos, bandas que aparecem no Faustão, rede Globo etc. Pura lavagem cerebral.
– Falta de apoio e espaçoQuando algum músico de qualidade vem para região realizar alguma apresentação, são eventos culturais patrocinados por empresas de fora e com a entrada franca, ou seja, gratuita. Quando não é gratuita, o ingresso é muito barato e o público é bastante curto.Mas quando se trata de “micaretinhas” ou “showsinhos” das bandas que aparecem na rádio e rede globo a história muda, o investimento de agências de eventos e da prefeitura torna-se alto.Anápolis vem realizando esta “ditadura cultural” há anos, sempre oprimindo manifestações artísticas. Nossa cidade (população e prefeitura) não apóia o Teatro nem os artistas plásticos. A nossa cidade não tem espaço para a música de qualidade, seja rock, bossa, salsa, reggae, samba, forro ou jazz.Devo ressaltar que quando cito reggae, bossa, samba e forró não se trata destas porcarias “marteladas” na mídia, mas sim de música trabalhada que raramente se vê tocando em rádios e TV.A população manipulada acha isso absolutamente normal, pois já estão viciados em algo imposto pela mídia, escravizados. Nem mesmo as festas com apresentações culturais da cidade ficam livre deste mal, tendo o seu foco cultural deturpado, tornando-se uma “pseudo-cultura”.
Fazer shows, Heavy Metal e seus subgêneros não é brincadeira, quanto mais se tratando de um país como o nosso “querido” Brasil, em Goiás ainda por cima.Vamos analisar algumas variáveis que dificultam muito o trabalho de produção de shows e bandas aqui na região sem levar em conta problemas primários como equipamentos:
– Escassez de público: Sempre é levantada a hipótese que Anápolis tem muita gente que curte rock and roll e heavy metal, mas desta gente, poucas comparecem nos eventos realizados.Na realidade não é bem assim, pois os fãs devotos realmente são menoria, entretanto, considerando a população total da cidade, Anápolis deveria ter pelo menos um público cinco vezes maior. O público atual da cidade é insuficiente para garantir que eventos do gênero sejam bem sucedidos. Sendo assim, a cidade poderia haver um público não só maior, mas também fiel ao gênero.
– Mentalidade retrógrada e alienada da populaçãoAnápolis é uma cidade com população tipicamente dominada pela cultura de massa. A mentalidade de sua população ainda é arcaica e altamente preconceituosa. Além disso, a predominância de Evangelicos na região faz com que esta população alienada perca interesse em qualquer evento que não teve espaço nos meios de comunicação de massa.A realidade por aqui é que qualquer evento que sair em propagandas de televisão e organizadas por agências mercenárias sempre acabam lotando, geralmente estes eventos são os shows pop. Esses eventos sempre trazem as bandas mais “podres” do país, que ainda por cima cobram cachês absurdos, bandas que aparecem no Faustão, rede Globo etc. Pura lavagem cerebral.
– Falta de apoio e espaçoQuando algum músico de qualidade vem para região realizar alguma apresentação, são eventos culturais patrocinados por empresas de fora e com a entrada franca, ou seja, gratuita. Quando não é gratuita, o ingresso é muito barato e o público é bastante curto.Mas quando se trata de “micaretinhas” ou “showsinhos” das bandas que aparecem na rádio e rede globo a história muda, o investimento de agências de eventos e da prefeitura torna-se alto.Anápolis vem realizando esta “ditadura cultural” há anos, sempre oprimindo manifestações artísticas. Nossa cidade (população e prefeitura) não apóia o Teatro nem os artistas plásticos. A nossa cidade não tem espaço para a música de qualidade, seja rock, bossa, salsa, reggae, samba, forro ou jazz.Devo ressaltar que quando cito reggae, bossa, samba e forró não se trata destas porcarias “marteladas” na mídia, mas sim de música trabalhada que raramente se vê tocando em rádios e TV.A população manipulada acha isso absolutamente normal, pois já estão viciados em algo imposto pela mídia, escravizados. Nem mesmo as festas com apresentações culturais da cidade ficam livre deste mal, tendo o seu foco cultural deturpado, tornando-se uma “pseudo-cultura”.